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Turma A

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Conversa sobre o ar

O que pensamos:

João: O ar é quando passa o vento.
Tiago: É o ar que nós respiramos.
Catarina: É aquilo que as árvores nos dão para respirarmos.
Íris: É o ar da rua.
Rafael: É o vento.
Sara: É uma coisa que leva as folhas.
Beatriz: É o ar que sopramos.
Rafaela: O ar existe nos pulmões.
Beatriz: O ar está aqui, vem da porta até à sala. Só que não o vemos porque é invisível.
Sara: Nós temos sempre ar na boca. Aqui não há ar porque o vento está lá fora.
Rui: Nós não sentimos o ar porque ele é frágil.
Cid: Conseguimos sentir o ar quando sopramos para a mão.
Rafael: E também sentimos quando abanamos qualquer coisa. Um leque, por exemplo.
Guilherme: Acho que não sentimos o ar porque ele é lento.
Beatriz. Nós temos sempre ar porque respiramos ar. Se estivermos numa caixa fechada não conseguimos respirar.
Tiago: Mas se nós coubermos na caixa há espaço e respiramos à mesma.
Catarina: Já me aconteceu estar debaixo dos lençóis e alguém a apertar-me por cima e eu não conseguia respirar. Se a caixa tiver buracos ou estiver ao pé de uma janela já se pode respirar.
Tiago: Eu acho que o ar não acaba dentro da caixa, só se estiverem muitas pessoas lá dentro...
Rita: Eu acho que se estivermos fechados numa caixa não conseguimos mesmo respirar.
Guilherme: O ar  acaba - se dentro da caixa porque não entra.
Cid: O ar anda aí em todo o sítio.
Sara: Eu acho que o ar é a mesma coisa que vento.
Osvaldo: O vento é mais forte que o ar.
Tiago: Quando o vento sopra as folhas voam e com o ar elas não voam muito.
João: Eu acho que o ar não é a mesma coisa que o vento porque o vento sopra mais do que o ar.
Sara: Pensando melhor, também já não acho que o vento é a mesma coisa que o ar, concordo com o João e com o Tiago.
Rafaela: Claro que não é a mesma coisa porque hoje não está vento e nós conseguimos respirar na mesma.
Rita: Eu também acho isso. Já houve dias em que não esteve vento e eu não morri...
Tiago: Nós não vemos o ar, mas ele ocupa o espaço desta sala.
Rafael: Mas não conseguimos apalpá-lo.
Íris: Eu gostava de conseguir agarrar o ar...

A conversa ficou por aqui e experimentámos apanhar o ar com sacos de plástico.

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